O MOVIMENTO MÍTICO DA COESÄO SOCIAL NO SÉCULO XX: DO COMUNISMO à DROGA

Prof.Dr.HC João Bosco Botelho

                        LOGOS E MITO

 

Durante muito tempo,no Ocidente,o mito foi equivocadamente compreendido como um conjunto da linguagem,oral ou escrita,reproduzin­do a fábula.

Ao contrário,nas sociedades de organizaçäo social simples,sempre foi o retrato de uma estória verdadeira,cheia de sig­nificado religioso e simbólico relacionada com a coesäo social do grupo.

Os estudos sobre o tema näo é recente.Parece ter sido iniciada por Xenófanes de Colofäo (570‑528 a.C.),da escola eleática,um dos pr‑socrticos,precursor do movimento do pensamento em conceitos.Ele investiu firme contra as representaçöes mítico‑teológicas de Homero e Hesíodo e,com isto, contribuiu para sedimentar a grande rachadura entre mito e logos.

As mentalidades do Ocidente,nos sculos sequintes,influen­ciadas pela forte herana cultural grega,adotaram o  logos como o oposto ao mito.Este ltimo,acabou por significar,durante mais de dois mil anos,tudo o que era impossvel de existir e manifestar.

O processo da cristianizaçäo reforçou esta abordagem e continuou alimentando o mito,quando interessava aos objetivos de dominao,como sinônimo de falsidade.                       Sob esse prisma metodolgico,a antiga hipótese de Lévy‑Bruhn da passagem de um estado humano pré‑lógico simbólico e mítico para outro racional,näo poder ser mais considerada como vlida.

A partir desses pressupostos,näo existe a diferença pre­tendida entre logos e mito.Os dois estäo profundamente interligados e dependentes.

Após resgatar o destaque do universo mítico na coesäo social,é possível entender o mito como uma realidade cultural muito complexa ligada ao cotidiano de cada sociedade.

O universo político pode ser considerado,sob certo aspecto,como o cenário onde säo produzidos os efeitos para determi­nar impacto nas pessoas.

Nesta perspectiva,as idéias säo anunciadas,numa permanente transformaçäo dos personagens,forando o deslocamento dos fatos anteriores pelos mais recentes.

Tanto o poder dominante quanto o oponente procuram agir de forma semelhante,recorredo  dramaturgia provocadora de mudanças aparentes ou verdadeiras.

Os participantes só sobreviveräo enquanto mantiverem a busca persistente e agressiva dos espaços oferecidos pelo movimento social.

As imagens políticas foram profundamente modificadas,no século XX,pela influência dos meios de comunicaçäo moldando hábitos e costumes.

Tudo o que estava contido no universo das relaçöes políticas foi tocado pelo conceito de velocidade para obter a notícia .

A grande mídia,amparada pela moderna tecnologia audio‑visual e escrita,passou a ser capaz de atingir,simultaneamente,dezenas de milhöes de pessoas.Esta força de irradiaçäo näo encontra paralelo no passado da humanidade.

Como a notícia,essência da matéria jornalística,é banalizada pelo repetir quotidiano,existe a premência de renovar contínua e velozmente.

O que chama particularmente a ateno do investigador social  a marca da milenar luta mítica do BEM contra o MAL,claramente presente nos noticiários.

Desta forma,os govêrnos continuam investindo nos antigos símbolos míticos,profundamente marcados na consciência coletiva,com o objetivo sedimentar a coesäo social desejada.

Porém,como as transformaçöes simulam estar no mesmo rítmo veloz,torna‑se cada vez mais necessário substituir o elemento agluti­nador.S assim o poder consegue manter a adeso continuada,em nvel alto, dramatizao do acontecimento.

O ATUAL MOVIMENTO MïTICO DE COESÄO SOCIAL

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É sabidamente reconhecido pelos historiadores,mesmo por alguns marxistas,que Carl Marx utilizou um dos grandes mitos da escatologia do mundo asiático‑mediterrâneo: o papel do JUSTO SACRIFI­CADO (entendido pelos marxistas na figura do proletariado) para justif­icar a mudança ontológica do mundo.O sociedade sem classes pretendida pelo socialismo marxista pode ser comparada,com algumas ressalvas, Idade do Ouro cantada desde os tempo de Ovídeo.

O funçäo soteriológica do proletariado,proposta por Marx e Engels,acabou incorporando uma grande parte da ideologia messiânica judaico‑cristä,simulando a luta do BEM (cristianismo / comunismo) atacando continuamente para desaparecer o MAL (anti‑Cristo / ­capita­lismo) da face da Terra.

Outros historiadores respeitados,como Croce e Gasset,discordaram do messianismo marxista e afirmaram que as contradiçöes säo inerentes à espécie humana e,por esta razäo,  impossível de serem superadas.

O marxismo,como qualquer outro conjunto ideológico,só expöe o que interessa aos objetivos de dominaçäo.A sociloga Marilena (a Chaui,é claro!),no seu livro “O que é ideologia”, esclarece melhor: ” Por este motivo cometemos um engano quando imaginamos ser possível substituir uma ideologia falsa (que näo diz tudo) por uma ideologia verdadeira (que diz tudo)…Porque uma ideologia que fosse plena ou que näo tivesse vazios e brancos,isto é,que dissesse tudo,já näo seria ideologia.”

A geraçäo,nascida nos anos trinta e quarenta,está tendo uma rara oportunidade de presenciar o claro movimento mítico da coesäo social.

A milenar luta mítica do BEM contra o MAL volta à cena do cotidiano político,no Ocidente cristäo,travestida dos novos persona­gens.

                        O MAL,antes simbolizado pelo COMUNISMO,foi substituído pela  DROGA.

Existem alguns parâmetros que podem reforçar esta estru­tura terica.Um dois mais importantes é a entrevista do diretor do FBI (polícia federal dos EUA),William Sessions,durante a passagem por Säo Paulo (FSP,19.6.91).

De acordo com as declaraçöes deste policial,os comunistas deixaram de ser preocupaçäo do governo americano do norte.A priori­dade atual é o combate às drogas.O caso está sendo encarado como uma verdadeira guerra com todos os envolvimentos conceituais,econômicos e estratégicos.

Nos países do continente americano do sul,os ex‑infor­mantes das atividades dos partidos comunistas,pagos pelo FBI,foram substituidos pelos agentes do DEA (Drugs Enforcement Administration),instalada no Brasil desde 1986,que recebem entre $1.000 e $2.000 dólares por quilo de droga apreendida (FSP,09.09.90).

Aparentemente,at poucos anos atrs,no havia interesse em reprimir,com violncia,o narcotrfico.Ao contrário,em alguns casos,prevaleceu  a proteçäo descarada do traficante em nome da luta contra o comunismo internacional.

Foi exatamento este o cenário vivido,durante mais de uma década,pelo ex‑ditador do Panamá,Manuel Noriega: enquanto recebia dinheiro do narcotráfico,trabalhava para a CIA e para a Casa Branca.

O rápido e,até certo ponto,imprevisível desastre social imposto pelo desmoronamento da ordem comunista,impôs à ideologia dominante a necessidade de apressar o movimento mítico de coesäo social em outra direçäo.O que oferecia maior consenso social era a droga.

Näo foi simples coincidência a cruzada mundial,com amplo espaço na grande mídia,empreendida pelo casal Reagan,ainda na presidência dos EUA,contra as drogas,em maio de 1988.

Naquela ocasiäo,o governo americano divulgou uma grande pesquisa nacional de opiniäo evidenciando que 63 por cento dos ameri­canos consideravam a droga como o principal problema contra 21 por cento que atribuia o perigo ao comunismo (FSP,1º.05.88).

Esse rpido e incomum processo do movimento mtico da coeso social,do comunismo  droga,foi muito bem percebido pelo  dita­dor Fidel Castro.

Quando o mundo tomou conhecimento,em 1989,que o general Arnaldo Uchoa,antigo dirigente da Revoluo cubana e comandante das foras cubanas de ocupao em Angola,era narcotraficante,um “tribunal de tica militar” o condenou,em processo judicial sumrio (lembrando os realizados no stalinismo,onde o acusado j entrava na corte sabendo previamente da sentena condenatria )  morte por fuzilamento.

AS FANTSTICAS SOMAS DO NARCOTRFICO

Näo é necessário ser muito esperto para concluir que os 300 bilhöes de dólares,movimentados anualmente pelo narcotráfico,näo podem ter sido estruturados da noite para o dia.A gravidade da situao é conhecida,há muito tempo,pelos serviços de segurança dos pases do Primeiro Mundo.

S para citar um exemplo,a produo de herona no Paquisto,em 1986,foi de 140 toneladas,contra 40 toneladas em 1984 (JB 09.04.87).

O preo de alguns estupefacientes chega a  rivalizar com o do ouro e mantm parte das frgeis economias de vrios pases do Terceiro Mundo.

O estudo realizado pelo poderoso Departamento de Agricul­tura dos Estados Unidos,em 1984,demonstrou que 35 % das exportaes  colombianas,naquela poca,estava diretamente relacionada com a cocana (JB 19.11.89).

Todavia,o volume de dinheiro gerado pelo narcotrfico no fica restrito s miserveis economias latinoamericanas.A venda de co­cana em Miami,nos EUA,envolve uma fortuna prxima do faturamento da Philip Morris,uma das maiores produtores de cigarro do mundo.

 

  AS DROGAS COMO PROBLEMA DE SADE PBLICA

As drogas como  a maconha,a cocana e a herona constituem problema fundamental das autoridades sanitrias,de maneira semelhante ao alcool e ao cigarro.

O controle pretendido fica difcil porque existem particu­laridades especficas do uso e da comercializao de cada uma delas que mudam continuamente com a aquisio de novas alternativas advin­das dos lucros astronnicos do narcotrfico.

A Corporao Rand,da Califrnia,apresentou um relatrio ao presidente Bush,em abril de 1990,mostrando que at agora,mesmo com todo o esforo,no houve,nos Estados Unidos,mudana significativa entre a populao que consome drogas pesadas.

Todos os servios de sade,pblico ou privado,devem contri­buir,respeitando os direitos fundamentais da cidadania,no tratamento das graves consequncias,fsica e psiquca,resultantes do uso de qual­quer substncia narctica.

Enquanto o combate  ao traficante  obrigao do Estado moderno atravs do organismo policial competente,o ato noticioso da  complexa relao social da narcodependncia  o trabalho da imprensa.

Entretanto,os profissionais de sade,policia e imprensa devem lutar contra o atual enfoque demonaco dado  criminalizao do uso que est sendo,pouco a pouco,imposto por uma mdia a servio do movimento mtico da coeso social.    .uloff

A humanidade ainda recorda com apreensao as insanidades perpetradas nos tribunais da  Santa Inquisio,nos seulos XV e XVI, e e nos “julgamentos ticos” do stalinismo,hsomente quarenta anos atrs.Nos dois perodos,milhares de pessoas foram brutalmente assassi­nadas em nome da intolerncia de uma pretensa conduta demonaca e anti‑social.

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O ENSINO DAS CIÊNCIAS DA SAÚDE FRENTE À TECNOLOGIA

O ENSINO DAS CIÊNCIAS DA SAÚDE FRENTE À TECNOLOGIA

 

PROF.DR.HC JOÃO BOSCO BOTELHO

I.A ASSOCIAÇÃO  –  O HISTÓRICO PILAR DA UNIVERSIDADE

 

O ensino das ciências da saúde – Medicina,Farmácia e Bioquímica,Odontolo-gia, Educaçâo Física e Bilogoa –  frente à tecnologia,nos anos noventa,está inserido na dinâmica dos conceitos sobre os quais a universidade caminha.

Assim sendo,as ciências da saúde como partes  do ensino do terceiro grau, re-cebe os avanços e os retrocessos da instituição que lhes guarda.Por essa razão,é indis-pensável rever alguns aspectos  históricos do ideário universitário.

O esforço para sistematizar e agrupar estudantes da cristandade,no século XII, gerou o studia generalia.O ideal  universitas em torno de uma corporação legal prosperou,no final da Idade Média,em Bolonha e Paris.Graças  a esse extraordinário talento – a natureza associativa – que a universidade têm resistido a tantas perse-guições e trapaças por conta de governos e dirigentes.

A sobrevivência da universidade nos oito séculos de existência mostrou-se difí-cil.Em certos momentos,quando a grosseria das religiões e dos partidos avançam so-bre ela,com o objetivo de moldá-la às ideologias,o futuro torna-se frágil e incerto.

Foi assim,na Europa medieval,com o cristianismo  impondo a supremacia aris-totélica,na Alemanha nazista,ao libertar as universidades da vergonha  judia e no stalinismo,ao infligir  toda a sabedoria como simples dedução da dialética marxista-leninista.

A partir da crítica,tecida pelos partidos de esquerda,de que a universidade terceiro-mundista era uma ilha de privilégios dos pequenos burguêses,a luta de classes,pressuposto do marxismo revolucionário,atingiu em cheio,com o atraso de cinqüenta anos,o ensino superior do Terceiro Mundo.

As mudanças sociais,na América Latina,impuseram,sempre em torno da associação – pilar maior da sobrevivência universitária – novas alianças.Sob os confrontos político-ideológicos,as intrujices foram renovadas e renominadas.

No Brasil,a vida acadêmica,antes organizada em torno  dos professores  titula-dos,a exemplo das centenárias bases da hierarquia universitária,estremeceu e ainda está desnorteada perante a  violência  dos grupos políticos que dominam os cole-giados.

Nessas condições,em muitas universidades,sob o simulacro da postura demo-crática,quem ousar escrever uma tese ou expressar pensamentos diferentes dos  da linguagem padronizada, arrisca-se ser rotulado de,no mínimo,alienado.

Desde a Idade Média,ferida pela religião,até a modernidade,agredida pela gros-seria ideológico-partidária,a universidade continua resistinto às distorções do real,ur-didas por políticos profissionais e pelos que nunca foram e nunca serão educadores.

 

II.TÉCNICA E TECNOLOGIA

 

É fundamental distinguir os dois conceitos.A técnica está inserida nos processos de guarda e reprodução dos conhecimentos,historicamente acumulados,relacionados com o saber fazer,atendendo às necessidades pessoais e coletivas de sobrevivência.A tecnologia  engloba a técnica  através das ciências,envolvendo-a sob o manto do método da pesquisa científica.

O salto da técnica à tecnologia é o responsável direto pela  exigência de adequar as universidades ao avanço industrial.Pode-se,sem dúvida,questionar o valor da ligação,porém o fato é concreto e serve de parâmetros para identificar certas universidades (Berkeley,Columbia, Paris, Oxford,Stanford,entre outras),em países com altas rendas per-capita,como exemplos  de instituições onde a tecnologia integra o ensino e a pesquisa.

Essas universidades,situadas em países com democracias sólidas,nunca afastaram-se da centenária estrutura  da produção acadêmica em torno dos professores titulados.

Tornaram-se respeitadas desenvolveram-se em torno de seis pontos:

1.Resistência a burocratização;

2.Estrutura administrativa  moldada às exigências e potencialidades das pesquisas pura e aplicada;

3.Recrutamento de professores competentes e motivados;

4.Construção de laboratórios de pesquisa;

5.Constante consulta ao sistema produtivo;

6.Rigor na produção científica.

III.PESQUISA E ENSINO

 

A tecnologia chegou,há mais de quarenta anos,nas universidades do  Primeiro Mundo e consolidaram a estreita dependência entre o ensino e a pesquisa.

         As influências oriundas do processo industrial  moldaram as universidades à formação de profissionais e  cientistas qualificados às exigências do Estado Moderno como organizador do saber institucional.

Salvo exceções,a pesquisa acoplada ao ensino ainda ensaia os passos iniciais em poucas instituições de ensino superior do Terceiro Mundo.

No Brasil,com o pressuposto de aniquilar a lembrança da intolerância dos anos de arbítrio institucional,a maior parte das universidades brasileiras  optou pela “redemo-cratização exclusiva”.A direção dos  órgãos universitários passaram a ser disputados pelos partidos.O  resultado foi a ascenção  de políticos-professores  inexpressivos,sem  na produção acadêmica,sem titulação e mais preocupados com as diretrizes do partido,ocupando áreas importantes da administração.

O saldo está mostando-se trágico no  imobilismo dos grupos rivais que pregam “não foi o meu candidato,dane-se”.Contudo,o mais grave e que já atingiu,mortalmente, a hierarquia da titulação e com isso,a produção acadêmica do  ensino e da pesquisa.

A afirmação está bastante clara se compararmos os dados concernentes ao número de professores,alunos e publicações  científicas em  quatro universidades  brasileiras,no ano de 1982:

Instituição           Professores     Alunos      Produção

USP                    4.936                49.278      13.944

UFRJ                  3.482                25.529         2.492

UFES                  1.197                  9.853              11

UFRN                 2.208                10.293              54

No Brasil como na Inglaterra e na Alemanha,diferente dos Estados Unidos da América,o Estado teve um papel importante no processo de industrialização.Como explicar que,até hoje,as universidades públicas,brasileiras,salvo exceções,não participem do processo industrial ?

Infelizmente,o que se constata,ao contrário,é que a universidade pública brasileira:

1.Professores não titulados;

2.Se distancia,cada vez mais,dos canais de ascenção social;

3.Não é mais o centro formador das elites;

4.Pouco contribui na formação profissional;

5.Poucos laboratórios;

6.Bibliotecas insuficentes;

7.Ensino de má qualidade;

8.A pesquisa torna-se cada vez mais difícil;

9.Trampolim para as ambições pessoais de professores-políticos.

 

IV.AS CIÊNCIAS  DA SAÚDE FRENTE A ESSA REALIDADE

 

 

A questão fundamental é estabelecer  os rumos dessa universidade politizada em excesso,sem créditos na sociedade que a financia e dissociada  da produção indus-trial,num Brasil onde trinta milhões de pessoas vivem em miséria absoluta.

Na realidade,é muito mais.Ou a universidade pública busca,o mais urgente possível,o acesso ao processo produtivo,integrando-se à sociedade  que a sustenta,ou  sucumbirá frente a inércia da  fraca tecnologia  incentivadora do ensino e da pesquisa.

Vencidas os obstáculos quanto a trágica politização político-partidária,a admissão de professores titulados e a montagem dos laboratórios,as ciências da saúde,especialmente na Universidade Federal do Amazonas, poderão participar,com importante parcela,da inevitável reestruturação do ensino público do terceiro grau através de três pontos fun-damentais:

1.Formação de profissionais – médicos,biólogos,bioquímicos-farmacêuticos e dentistas – capazes de dominarem a tecnologia atual e também de exercerem a profissão ao redor dos programas fundamentais de saúde pública;

2.Produção de alimentos alternativos e de menores custos;

3.Domínio da biodiversidade para a produção de remédios.

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